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Como treinar o cérebro para ser feliz

Um curso de curta duração para felicidade

Paulo Finotti - Publicado: 26/02/2015 11:20 | Atualizado: 27/02/2015 18:58
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Neste mundo de milhares de estímulos diários, em que precisamos nos preocupar um montão com a vida social, profissional e familiar, quem não se sente sobrecarregado, não é mesmo?

XzVAbjo

Fica a sensação de que somos fracos demais para cumprir nossas metas, e descansar é tão frustrante quanto permanecer no agito sem ter condições.

Amit Sood é professor de medicina e pesquisador respeitado na área de medicina integrada e alternativa. Ele trabalha no Mayo Clinic, melhor hospital de 2014 nos Estados Unidos segundo a U.S. News and World Report. Em um curta-metragem, o médico tentou abordar o que fazem as pessoas infelizes e como mudar isto.

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Para ilustrar o funcionamento de um cérebro, Sood utilizou um personagem bem ilustrativo: um cérebro, é claro! Veja só o vídeo, que está em inglês:

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Tecla SAP

Mas se você não entendeu nada, vamos a tradução. É uma versão livre, não tão fiel, porque a criação do médico é na verdade um poema (<3). Mas tentamos resumir o significado, se liga:

Um curso de curta duração para felicidade

Seu cérebro tem trilhões de conexões que desempenham mágicas. Vamos aprender três características sobre dor que, quando sobrecarregam o cérebro, te deixam sem energia.

1. O cérebro sente a dor dos outros

Seu cérebro é machucado tanto pelas dores pessoais quanto para as de quem você ama. Os mesmos neurônios se agitam quando você está em desespero ou quando alguém com quem você se importa se fere.

2. Para o cérebro, o imaginário é real

Seu cérebro se ilumina com os mesmos feixes de nervos para eventos reais e para tropeços da imaginação. Se você sonhou com uma aranha em sua canela, isto pode lhe causar o mesmo temor que na vida real.

3. O cérebro não sabe separar dor física de emocional

A dor de um desprezo fere com a mesma agonia que um espinho doloroso. Osso quebrado e coração partido causam o mesmo estrago.

Entendido isto, o médico dá a receita que, diz ele, está presente tanto nos mantras do passado quando nos receituários médicos de hoje: pratique a plenitude, a satisfação, a gratidão e a compaixão.

”Quando você ver, estará ocupado ajudando os outros, e começará a olhar para um estranho como seu irmão. Seu cérebro vai se tornar o mais feliz de todos, seja inverno, outono, primavera ou verão.”

…Own.

Manual de instruções

Em nossa rotina acumulamos tanta preocupação que acabamos por pifar. O pulo do gato aqui é fazer o exercício de se importar mais com os outros, ajudar outras pessoas a sentirem-se seguras e bem cuidadas. Quando você se importa com as outras pessoas, é possível encontrar a própria cura.

Steve Kux, do LifeHack, lista algumas dicas para praticar isto:

Doar: dando, você trabalha para se livrar da dependência do dinheiro e começa a ver o quão gostoso é presentar.

Agradecer: parar para ver o que você tem é um contraponto para o tempo que você perde para reclamar.

Parar de dramatizar: a não ser que você quer sua vida inspirando novela, é bom parar de fazer drama. Prestar atenção no problema dos outros e se colocar na situação destes, pode ajudar.

Ser positivo: a metáfora do copo meio cheio serve para a vida. Ou se é positivo e bebe com vontade ou se é negativo e permanece-se contrariado com tudo e qualquer coisa.

Valorizar os relacionamentos: perder muito tempo com a carreira e não pensar em fortalecer laços é o maior arrependimento de quem está para morrer.

Cuidar do todo: sua vida é cheia de segmentos. Você vai desabar quando o único, para o qual você tem olhos, acabar. Por exemplo, se sua vida e amigos estão todos em um só trabalho, ao ser despedido será difícil começar do zero.

Seguir paixões: tem vontade de aprender a andar de longboard e dançar balé? Quer trocar de sexo? Experimente! Dica: faça como esse garoto, ele criou um incrível canal no youtube mostrando todas as suas experiências.

30-Rock

Na história do médico, a prática diária fez de Broody um cérebro mais feliz e forte. De derrotado e em dúvida, ele passou a se sentir mais seguro e digno. Cérebros felizes, quando ocupados com atividades significativas, criativas e altruístas, tornam-se muito melhores.

 

Imagem de capa: teepublic



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Redação criativa é sua praia e está sempre a espreita de um assunto pseudo-metafísico; melhor ainda se for astronáutico, astrológico e com gifs no meio. Acredita que tudo pode ser engolido se o gosto for palatável.
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